quarta-feira, 2 de março de 2016

Sobre a corajosa mãe (do desafio do facebook)

Juliana Reis... 

Queria te dar os parabéns, pela coragem que teve!
Não sou mãe, mas desde muito nova, justamente por todos os motivos que você citou em seu post, eu fico naquela dúvida de se algum dia eu quero ser mãe!
Trabalhei por muito tempo em creche e via a luta das mães dos meus alunos e até mesmo via alguns 'abandonos' de mães que diziam não ter tempo para os filhos, pois trabalhavam muito pra poder sustentá-los.
Muitas mães julgavam elas, dizendo que eram mães ruins, mas elas podiam ser ausentes no dia a dia da criança, porém, estavam trabalhando para colocarem comida na mesa da criança.
Mães são julgadas o tempo todo, pois elas deveriam ser super heroínas perfeitas, mas ninguém é perfeito!
Sei que quando eu for mãe, não vou ser perfeita, não vou adorar que as pessoas fiquem o tempo todo querendo por a mão na minha barriga, querendo dar palpite de nome, muito menos ser aquela mãe que acorda pela madrugada, feliz, sabendo que estarei morrendo de sono!

Ju, estamos juntas! :*

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Ditados antigos... será que as pessoas os seguem?

"Não julgue o livro pela capa"!

Alguém aí segue esse ditado, por algum acaso?
Pois ultimamente, vejo muitas pessoas que simplesmente julgam e acham que estão certas em julgar.
Tudo bem, ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas você previamente achar que alguém está pensando mal de você, de alguma forma, é idiota de sua parte.

Mas já que vamos julgar, por não sabermos quem somos, aqui vai algumas coisas sobre mim:

1ª coisa que devem saber sobre mim: Sou filha de pastores! Sim, mas isso não faz de mim um alienígena, ok?

Sou evangélica, vou á igreja, tomo ceia e dou dízimo! Amo muito à Deus, mas como todo ser humano, sou sim um pouco egoísta, sou pecadora, até porque ninguém é SANTO no mundo, amo assistir filmes e séries, nem sempre que sejam evangélicos.
Sou muito fã de Harry Potter (OOOOH Harry Potter é bruxaria, mas você não é crente? ¬¬' )
Também sou fã de super heróis e muito mais de super vilões!
Tenho um gigante defeito de confiar nas pessoas e acabar descobrindo o quão sacanas elas são e que, ou queriam minha amizade por algum tipo de interesse, ou só pra zoar com a minha cara, porque seria divertido.
Sim, eu sou maior de idade, mas continuo muito inocente/ingênua pra algumas coisas... moro com meus pais e ainda obedeço eles! (Aí muita gente comenta: Nossa, mas você já tem mais de 25 anos... sua mãe ainda te trata que nem criança!)

Pra quem me conhece bem, sabe que sou tímida no começo e que tendo a não me misturar muito, pois eu tenho um pouco de receio com o que as pessoas vão pensar de mim, se eu já começar com as minhas loucuras de costume, porque sim, eu sou doida! Maluquinha... adoro ser boba, fazer graça, fazer piada, dar patada, sou grossa, gosto de rir de assuntos sérios, rir de mim mesma, mas eu odeio que as pessoas achem que o meu jeito boba de ser seja porque eu sou idiota, ou porque eu sou 'menos crente'!

Cada um vive a vida da forma que bem entende! Eu vivo a minha vida feliz por ser eu.

Tenho poucos amigos, conto eles nos dedos, mas são os melhores que eu tenho.
Não faço questão de que as pessoas gostem de mim, mas não sou obrigada a aceitar que saiam falando mal de mim, por não me conhecer o suficiente pra saber como e quem eu sou.

Conselho: Se logo de primeira vista, você já julgar 'o livro' pela capa... quem sabe a pessoa que deveria ser julgada, é você!

terça-feira, 24 de novembro de 2015

"Hunger Games" - - - - *SPOILER SPOILER SPOILER* - - - -

Peeta e eu voltamos nos aproximar. Ainda há momentos em que ele agarra as costas de uma cadeira e se segura até que os flashbacks acabem. Eu acordo gritando com pesadelos de mutações e crianças perdidas. Mas os seus braços estão lá para me confortar. E, finalmente, seus lábios. Na noite em que eu sinto aquela coisa de novo, a fome que me dominou na praia, eu sei que isso teria acontecido de qualquer maneira. Que o que eu preciso para sobreviver não é fogo de Gale, aceso com raiva e ódio. Eu tenho fogo suficiente sozinha. O que eu preciso é o dente-de leão na primavera. O amarelo brilhante que significa o renascimento, em vez de destruição. A promessa de que a vida pode continuar, não importa quão ruim foram as nossas perdas. Isso pode ser bom novamente. E só Peeta pode me dar isso. Então, depois, quando ele sussurra, "Você me ama. Real ou não real?" Digo-lhe, "Real."
...
Eles brincam no Meadow. A menina dançante com o cabelo escuro e olhos azuis. O menino com cabelos loiros e olhos cinzentos, esforçando-se para acompanhá-la em suas pernas gordinhas de criança. Demorou cinco, dez, quinze anos para eu aceitar. Mas Peeta os queria tanto. Quando senti pela primeira vez a agitação dela dentro de mim, eu fui consumida com um terror que parecia tão antigo quanto a própria vida. Só a alegria de mantê-la em meus braços pôde domá-lo. Carregá-lo
foi um pouco mais fácil, mas não muito. As perguntas estão apenas começando. As arenas foram completamente destruídas, os memoriais construídos, não há mais Hunger Games. Mas eles ensinam
sobre isso na escola, a menina sabe que nós desempenhamos um papel neles. O menino vai saber daqui a alguns anos. Como posso contar a eles sobre aquele mundo, sem assustá-los até a morte? Meus filhos, que tomam as palavras da canção por garantia:

Escondido no Meadow, sob o salgueiro 
Uma cama de capim, um travesseiro macio verde
Deite sua cabeça, e feche seus olhos sonolentos 
E quando novamente eles abrirem, o sol vai
nascer.
Aqui é seguro, aqui é quente
Aqui as margaridas te guardam de todo mal
Aqui seus sonhos são doces e o amanhã os fará verdadeiros
Aqui é o lugar onde eu te amo.

Meus filhos, que não sabem que brincam em um cemitério. Peeta diz que vai ficar tudo bem. Nós temos um ao outro. E o livro. Nós podemos fazê-los compreender de uma maneira que irá torná-los mais corajosos. Mas um dia eu vou ter que explicar sobre os meus pesadelos. Por que eles vieram. Por que eles não vão nunca realmente embora. Eu vou dizer-lhes como eu sobrevivi a isso. Eu vou dizer-lhes que nas manhãs ruins, parece impossível sentir prazer em qualquer coisa, porque eu tenho medo que isso possa ser tirado de mim. É quando eu faço uma lista na minha cabeça de cada ato de bondade que eu vi alguém fazer. É como um jogo. Repetitivo. Até um pouco entediante depois de mais de vinte anos. Mas há jogos muito piores para jogar... 

FIM

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

For Good - Wicked


Eu ouvi dizer que as pessoas entram em nossa vida por uma razão
Trazendo algo que devemos aprender
E somos levados àqueles que nos ajudam mais a crescer
Se os permitimos e os ajudarmos também
Bem, eu não sei se eu acredito nisso, mas eu sei que eu sou quem eu sou hoje
Porque eu te conheci

Como um cometa fora de órbita ao passar pelo sol
Como um riacho que encontra uma rocha no caminho para a floresta
Quem pode dizer se eu mudei pra melhor?
Mas porque eu te conheci, eu mudei para sempre

Muito de mim é feito do que eu aprendi com você
Você estará sempre comigo como uma marca no meu coração
E agora não importa como nossas histórias terminem
Eu sei que você reescreveu a minha por ter sido meu amigo
Como um navio desviado de sua rota por um vento no mar
Como uma semente deixada por um pássaro, numa floresta distante
Quem pode dizer se eu mudei pra melhor?
Mas porque eu te conheci, eu mudei para sempre

RA

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Amar ou se apaixonar?

"Eu não sei se estou vivenciando ou sonhando
Apaixonar-se tem grande diferença de amar-se
Na paixão você fica louco, não vê defeito na pessoa
Mas... é algo superficial.
Já o amor é eterno e não é externo
Continua a observar as coisas não vistas, as quais tem real valor.
Sei que posso afirmar e que não posso guardar.
Essa frase simples e carregada
Quero poder dizer por todos os dias da vida EU TE AMO!"

(by: Carolina Campos)